Carnaval – ainda dá tempo de fugir da folia viajando pra fora sem mexer no bolso Carnaval – ainda dá tempo de fugir da folia viajando pra fora sem mexer no bolso
É possível monetizar – e até bancar a viagem toda – com compartilhamento de bagagem O Brasil é o país do Carnaval, mas nem... Carnaval – ainda dá tempo de fugir da folia viajando pra fora sem mexer no bolso

É possível monetizar – e até bancar a viagem toda – com compartilhamento de bagagem

O Brasil é o país do Carnaval, mas nem todo brasileiro gosta da folia, e há aqueles que aproveitam a data para escapar dos grandes centros e buscar refúgio em lugares tranquilos. O feriado prolongado é oportunidade, inclusive, para uma viagem internacional. A ideia pode parecer um sonho distante, com a proximidade da data e o dólar em alta, mas há alternativa – e ainda dá tempo – para quem quer sair do país no Carnaval sem prejudicar o bolso.

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A solução é o compartilhamento de bagagens, mais uma iniciativa que incentiva a economia colaborativa. A dinâmica é simples. Por meio da plataforma Grabr, pessoas solicitam produtos importados. Quem está fazendo as malas para sair do país pode verificar os pedidos e aceitar as encomendas que pode/deseja trazer. Ainda por meio da plataforma é combinada uma recompensa para o viajante, e ali acontece toda transação financeira. Quando o viajante aceita um pedido de encomenda, o comprador faz o pagamento na plataforma. Mas o valor só será repassado ao viajante no momento da entrega, garantindo toda segurança da transação.

Ainda dá tempo

Em uma simulação realizada nesta segunda-feira (5), uma viagem partindo da cidade de São Paulo com destino a Miami (EUA) custa, em média, R$ 3.800,00 (incluindo passagem e hospedagem). Se o viajante optar por levar na mala para entregar aos compradores que moram lá nos EUA, por exemplo, um subwoofer, um iPhone7Plus, um Macbook e um carrinho de bebê e na volta trazer na mala para entregar aos compradores brasileiros produtos como Playstation, um notebook MSI, um tênis da marca The North Face, um iPhone 8 Plus, um Apple Watch e uma câmara GoPro, no final, a soma de suas recompensas, feita a conversão, equivalerão a cerca de R$ 3.800,00, cobrindo assim os custos da viagem, tornando a experiência como um todo muito mais valiosa e vantajosa, tanto para quem compra como para o viajante que está entregando o produto. Há também uma gratificação da plataforma no valor de US$ 100 para o viajante que somar em uma única viagem 10 produtos compartilhados na mala.

“O objetivo da Grabr é romper fronteiras, permitindo que as pessoas, independente de onde estejam, tenham acesso aos seus produtos favoritos. Para o viajante, estar na plataforma é uma maneira segura de fazer uma renda extra e para o comprador é uma maneira de economizar e ter acesso aos produtos de forma mais rápida e segura”, afirma Michele Chahin, embaixadora da marca no Brasil.

Sobre a Grabr

Disponível nos formatos de app e desktop, a plataforma permite que viajantes monetizem suas viagens através do programa de recompensa, ou seja, ao trazer produtos dentro do espaço livre de suas bagagens, o usuário recebe uma bonificação, tornando sua experiência única de troca cultural e financeira.

Presente em 120 países e agora também no Brasil, a Grabr hoje possui ao redor do mundo mais de 350 mil usuários entre compradores e viajantes. Criada em 2015 em São Francisco – EUA pelos russos Daria Rebenok e Artem Fedyaev, a empresa teve no ano passado um faturamento de cerca de 7 milhões de dólares e agora chega a América do Sul onde enxerga um grande potencial de mercado.

 

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